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  • Métodos em Fitopatologia

Autor: Acelino Couto Alfenas e Reginaldo Gonçalves Mafia

Gênero: Livros

ISBN: 9788572693028

Idioma: Português

Métodos em Fitopatologia

Cód. do Produto: 10051


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Destaque

Tipo: Livro


Título: Métodos em Fitopatologia


Autor: Acelino Couto Alfenas e Reginaldo Gonçalves Mafia


Editora(s): Editora UFV


ISBN: 9788572693028


Gênero: Livros


Idioma: Português


Sinopse: , O conteúdo da obra encontra-se didaticamente apresentado e dividido em 12 capítulos, que abordam os princípios e métodos empregados nas quatro áreas citadas. Fornece ainda, aos leitores, os principais métodos para quantificação de doenças e os princípios básicos da fotografia técnica, fotomicrografia, micrometria óptica, esterilização, preparo de meios de cultura e fatores associados ao cultivo de fitopatógenos, preparo de lâminas e observações microscópicas.


Procedência:


Data de Lançamento: 2008


Número de Páginas: 382


Tamanho: 24x18


Edição: 1


ISE:


1 ESTERILIZAÇÃO, PREPARO DE MEIOS DE CULTURA E FATORES ASSOCIADOS AO CULTIVO DE FITOPATÓGENOS
Edival àngelo Valverde Zauza, Acelino Couto Alfenas e
Reginaldo Gonçalves Mafia

1 INTRODUÇÃO 23
2 ESTERILIZAÇÃO 23
2.1 Método físico 24
2.1.1 Calor 24
2.1.2 Filtragem 28
2.1.3 Radiação ultravioleta (UV) 29
2.1.4 Radiação gama e beta 29
2.2 Método químico 30
2.2.1 Gases tóxicos 30
2.2.2 Soluções desinfetantes 31
3 HIGIENIZAÇÃO DO LABORATÓRIO 32
4 MEIOS DE CULTURA 33
4.1 Classificação dos meios de cultura 34
4.2 Composição e preparo dos principais meios de cultura 34
4.2.1 Meios sólidos 34
4.2.2 Meios líquidos 42
4.2.3 Meios seletivos para o isolamento de fungos fitopatogênicos e
oomicetos 43
5 FATORES ASSOCIADOS AO CULTIVO DE FITOPATÓGENOS 48
5.1 Temperatura 48
5.2 Luz 48
5.3 pH 49
5.4 Aeração 49
6 EXERCÍCIOS 49
7 REFERÊNCIAS 50

2 ISOLAMENTO DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
Acelino Couto Alfenas, Francisco Alves Ferreira,
Reginaldo Gonçalves Mafia e Rivadalve Coelho Gonçalves

1 INTRODUÇÃO 53
2 MÉTODOS BÁSICOS DE ISOLAMENTO 54
2.1 Isolamento direto 54
2.2 Isolamento indireto 56
2.2.1 Isolamento de fungos dos tecidos de órgãos lenhosos ou
carnosos (tronco, raízes, galhos grossos e frutos) 56
2.2.2 Isolamento de fungos dos tecidos de órgãos não lenhosos ou
não carnosos (folhas, ramos finos, radicelas) 57
3 MÉTODOS ESPECIAIS DE ISOLAMENTO 61
3.1 Isolamento de fungos de crescimento lento 61
3.1.1 Isolamento a partir de cirros 62
3.1.2 Isolamento a partir de ascósporos e basidiósporos ejetados 63
3.1.3 Isolamento em meio seletivo a partir de tecidos infectados 64
3.1.4 Sanduíche de cenoura (cenourinha) para isolamento de
Ceratocystis fimbriata 64
3.2 Isolamento de fungos de sementes 68
3.2.1 Fungos externos e internos às sementes 69
3.2.2 Fungos internos às sementes 69
3.3 Isolamento de fungos fitopatogênicos do solo 70
3.3.1 Método de isca qualitativo para Cylindrocladium spp. 71
3.3.2 Método de isca qualitativo para Rhizoctonia spp. 72
3.3.3 Método de isca qualiquantitativo para Cylindrocladium spp.
e Rhizoctonia spp. 74
3.3.4 Peneiramento e plaqueamento de solo ou substrato para
isolamento de Cylindrocladium spp. e Cylindrocladiella spp. 77
3.3.5 Oomicetos (Phytophthora sp. e Pythium sp.) 79
3.4 Isolamento de Ceratocystis fimbriata do solo 86
4 EXERCÍCIOS 87
5 REFERÊNCIAS 90

3 ARMAZENAMENTO DE MICRORGANISMOS EM CULTURA COM ÊNFASE EM FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
Rivadalve Coelho Gonçalves, Acelino Couto Alfenas e
Reginaldo Gonçalves Mafia

1 REPICAGENS PERIÓDICAS 92
2 ARMAZENAMENTO EM ÁGUA (Método de Castellani) 92
3 ÓLEO MINERAL 93
4 ARMAZENAMENTO EM GRÃOS DE CEREAIS 94
5 ARMAZENAMENTO EM SÍLICA-GEL 95
6 ARMAZENAMENTO EM SOLO 96
7 ARMAZENAMENTO EM NITROGÊNIO LÍQUIDO 97
8 ARMAZENAGEM POR CONGELAMENTO 98
8.1 Em glicerol 98
8.2 Em tiras de papel-filtro para bactérias 98
8.3 Em tiras de papel-filtro para fungos 99
9 ARMAZENAMENTO POR LIOFILIZAÇÃO 100
10 EXERCÍCIOS 102
11 REFERÊNCIAS 102

4 PRODUÇÃO, DETERMINAÇÃO E CALIBRAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE INÓCULO EM SUSPENSÃO
Acelino Couto Alfenas, Edival àngelo Valverde Zauza e
Reginaldo Gonçalves Mafia

1 INTRODUÇÃO 103
2 PRODUÇÃO DE INÓCULO 104
2.1 Produção de esporos 104
2.1.1 Produção de esporos em meio de cultura 105
2.1.2 Produção de esporos na planta hospedeira 106
2.2 Produção de micélio 106
3 DETERMINAÇÃO E CALIBRAÇÃO DA CONCENTRAÇÃO DE
INÓCULO 107
3.1 Determinação e calibração da concentração de inóculo em
suspensões de esporos 108
3.1.1 Hemacitômetro 108
3.1.2 Contador automático de esporos 112
3.2 Determinação da concentração e calibração de inóculo para
esporos a seco e para micélio triturado 114
4 VIABILIDADE DO INÓCULO 114
5 EXERCÍCIOS 115
6 REFERÊNCIAS 116

5 INOCULAÇÃO DE FUNGOS FITOPATOGÊNICOS
Acelino Couto Alfenas e Francisco Alves Ferreira

1 INTRODUÇÃO 117
2 OBJETIVOS DA INOCULAÇÃO ARTIFICIAL 120
3 FATORES QUE AFETAM A INOCULAÇÃO 121
4 MÉTODOS DE INOCULAÇÃO 124
4.1 Esporos a seco como inóculo 124
4.2 Suspensão de esporos ou de micélio triturado como inóculo 125
4.2.1 Fungos não cultiváveis em meios de cultura 125
4.2.2 Fungos cultiváveis em meios de cultura 126
4.3 Suspensão de inóculo injetada no caule 127
4.4 Inoculação com cilindros ou cubos de cultivos artificiais contendo
micélio do patógeno 128
4.5 Infestação de solo e inoculação de raízes 129
5 EXERCÍCIOS 130
6 REFERÊNCIAS 137

6 DETECÇÃO, ISOLAMENTO E INOCULAÇÃO DE
BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS

Reginaldo Gonçalves Mafia, Acelino Couto Alfenas e
Rivadalve Coelho Gonçalves

1 INTRODUÇÃO 139
2 DETECÇÃO DE BACTÉRIAS FITOPATOGÊNICAS 140
2.1 Detecção de fitobactérias em caules 140
2.2 Detecção de fitobactérias em folhas 143
3 MEIOS DE CULTURA PARA ISOLAMENTO DE FITOBACTÉRIAS 143
4 MÉTODOS DE ISOLAMENTO 146
4.1 Isolamento direto a partir de tecidos internos 147
4.2 Isolamento indireto 148
5 SEMEADURA DA SUSPENSÃO DE CÉLULAS EM MEIO DE
CULTURA SÓLIDO 149
5.1 Semeadura pelo método de estrias ou riscas 149
5.2 Semeadura pelo método de diluição em placas 151
5.3 Semeadura pelo uso de alça de Drigalsky 151
6 INOCULAÇÃO DE FITOBACTÉRIAS 152
6.1 Preparo do inóculo de fitobactérias 152
6.2 Quantificação e calibração da concentração de inóculo 153
6.3 Acondicionamento das plantas antes e depois da inoculação 153
6.4 Métodos de inoculação 154
6.4.1 Atomização 154
6.4.2 Injeção 155
6.4.3 Imersão de raízes 155
6.4.4 Outros métodos de inoculação 156

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