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  • Recuperação de Áreas Degradadas

Autor: Sebastião Venâncio Martins

Gênero: Livros

ISBN: 9788562032028

Idioma: Português

Recuperação de Áreas Degradadas

Cód. do Produto: 64750


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Destaque

Tipo: Livro


Título: Recuperação de Áreas Degradadas


Autor: Sebastião Venâncio Martins


Editora(s): Aprenda Fácil


ISBN: 9788562032028


Gênero: Livros


Idioma: Português


Sinopse: , Neste cenário, esta obra busca concientizar a sociedade sobre a problemática da degradação ambiental e da urgente necessidade de frear e reverter este processo. Para isso, o autor apresenta os principais modelos técnicos atualmente empregados em projetos de recuperação de áreas degradadas e um amplo referencial teórico sobre o assunto. Trata-se de um livro prático, destinado a todos os interessados nas questões ambientais, em especial técnicos de empresas dos setores florestal, agrícula e de mineração e estudantes de Engenharia Florestal, Agronomia e Ciências Biológicas.


Procedência:


Data de Lançamento: 2009


Número de Páginas: 270


Tamanho: 23x16


Edição: 1


ISE:


Sumário

1. INTRODUÇÃO 15
2. GLOSSÁRIO RESUMIDO SOBRE RECUPERAÇÃO DE
ÁREAS D EG RADADAS 21
3. POR QUE EXISTEM ÁREAS DEGRADADAS? 31
4. AVANÇOS DA PESQUISA EM RECUPERAÇÃO DE
ÁREAS DEGRADADAS 3J1
5. A SUCESSÃO ECOLÓGICA E SUA IMPORTàNCIA NA
RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS 43
5.1. Sucessão primária 44
5.2. Sucessão secundária 45
5.5. Grupos ecológicos ou categorias 54
6. ETAPAS DE UM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE
ÁREAS DEGRADADAS 57
6.1. Definição da escala e dos objetivos 58
6.2. Zoneamento ambiental 59
6.3. Definição das técnicas de recuperação 60
7. TÉCNICAS DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL DE
ÁREAS DEGRADADAS 63
7.1. Regeneração natural 64
7.2. Seleção de espécies para restauração 70
7.3. Produção de sementes de espécies arbóreas 85
7.4. Produção de mudas de espécies arbóreas 87
7.4.1. Escolha do recipiente 88
7.4.1.1. Sacos plásticos 88
7.4.1.2. T ubetes 8 9
7.4.1.3. Recipientes alternativos 90
7.4.2. Preenchimento dos recipientes 93
7.4.3. Produção de mudas por sementes 94
7.4.4. Produção de mudas por estacas 95
7.4.5. Resgate de plântulas 95
7.4.5.1. Resgate de plântulas do banco de sementes
do solo 102
7.4.6. Rustificação das mudas 104
7.4.7. Sombreamento das mudas 105
7.5. Implantação de projetos de restauração 106
7.5.1. Limpeza da área e preparo do solo 108
7.5.2. Combate às formigas cortadeiras 110
7.5.3. Coveamento 113
7.5.4. Calagem e adubação 115
7.5.5. Plantio de mudas 118
7.5.6. Manutenção 119
8. MODELOS DE RESTAURAÇÃO FLORESTAL 123
8.1. Nucleação 125
8.1.1. Nucleação através do plantio de mudas 128
8.1.2. Nucleação através do plantio de arbustos de sub-bosque129
8.1.3. Transposição de galhada 130
8.1.4. Transposição do banco de sementes do solo 132
8.1.5. Transposição da chuva de sementes 137
8.1.6. Utilização de poleiros naturais e artificiais 140
8.2. Plantio aleatório 144
8.3. Modelos sucessionais 146
8.3.1. Plantios em linha com espécies pioneiras e não-pioneiras 147
8.4. Plantio em módulos 157
8.5. Plantio adensado 157
8.6. Sistemas agroflorestais (SAF) 159
8.6.1. SAF temporário em área total.. 160
8.6.2. SAF permanente em área parcial.. 162
9. RESTAURAÇÃO ECOLÓGICA DE REMANESCENTES
FLORESTAIS 165
9.1. Isolamento 167
9.2. Implantação de zona tampão 168
9.3. Implantação de corredores ecológicos 171
9.4. Controle de cipós 176
9.5. Adensamento da regeneração em clareiras 178
9.6. Plantio de enriquecimento 184
10. REVEGETAÇÃO DE TALUDES 189
10.1. Tipos de taludes 190
10.2. Efeitos esperados da revegetação de taludes 192
10.3. Etapas da revegetação de taludes 194
10.3.1. Primeira etapa: sistematização do talude 194
10.3.2. SEGUNDA ETAPA: DEFINIÇÃO DA TÉCNICA DE
REVEGETAÇÃO 197
10.3.2.1. Cobertura do talude com sacos de
aninhagem 197
10.3.2.2. Placas de gramas 200
10.3.2.3. Revegetação de mantas 201
10.3.2.4. Hidrossemeadura 203
10.3.2.5. Semeadura a lanço e semeadura aérea 205
10.3.2.6. Transposição do banco de sementes do sol0 206
10.3.2.7. Plantio em covas 207
10.3.3. Terceira etapa: seleção de espécies 213
10.3.4. Adubação em taludes 219
11. CONTROLE DA EROSÃO E COBERTURA DE VOÇOROCAS 221
12. INDICADORES DE AVALIAÇÃO E
MONITORAMENTO DA RECUPERAÇÃO 239
12.1. Regeneração natural 242
12.2. Banco de sementes do solo 245
12.3. Produção de serapilheira e ciclagem de nutrientes 248
12.4. Chuva de sementes 250
12.5. Abertura do dossel 252
13. CAMPANHAS EDUCATIVAS SOBRE A IMPORTàNCIA
DA RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS 257
14. REFERÊNCIAS 261

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