Clonagem e Doenças do Eucalipto – 2ª Edição

Acelino Couto Alfenas, Adival A. Valverde Zauza, Reginaldo Gonçalves Mafia e Teotônio Francisco de Assis

Páginas 500
ISBN 978-85-7296-241-0
Formato 25x18
Assunto Florestal
Ano 2009
Editora Editora UFV
Código 10048
Preço 120,00
R$ 120,00
Esta obra aborda a história da clonagem do eucalipto, seus avanços nas últimas décadas e sua aplicação a outras espécies arbóreas nativas e exóticas, o conceito de doenças em árvores e seus agentes etiológicos; os tipos de sintomas e os princípios fundamentais de controle de enfermidades florestais; as principais doenças em viveiro e campo; os principais danos causados por agentes bióticos não patogênicos; as estratégias de manejo de doenças; as mudanças climáticas globais e seus efeitos sobre as doenças; e os procedimentos para coleta, envio de amostras e diagnose de doenças.
Sumário

1 INTRODUÇÃO 21
2 LOCALIZAÇÃO DO VIVEIRO 24
3 SELEÇÃO E RESGATE DE MATRIZES NO CAMPO 27
4 TÉCNICAS ESPECIAIS PARA O RESGATE DE MATRIZES 32
4.1 Resgate pelo anelamento do caule 32
4.2 Resgate pelo uso do fogo 33
4.3 Resgate a partir de galhos podados 35
4.4 Resgate por enxertia 35
4.5 Resgate por micropropagação 36
5 TESTES CLONAIS 39
6 FISIOLOGIA DO ENRAIZAMENTO DE PLANTAS LENHOSAS 41
7 ESTAQUIA TRADICIONAL OU MACROESTAQUIA 50
8 MINIESTAQUIA E MICROESTAQUIA 55
9 MANEJO DE MINIJARDINS CLONAIS 60
9.1 Aspectos gerais 60
9.2 Nutrição de minicepas 72
10 TERMINOLOGIA 84
11 ENRAIZAMENTO 86
11.1 Irrigação 86
11.2 Temperatura 88
11.3 Luminosidade 89
12 ACLIMATAÇÃO 90
12.1 Aclimatação à sombra 92
12.2 Aclimatação a céu aberto 93
12.2.1 Crescimento 94
12.2.2 Rustificação 94
13 EXPEDIÇÃO 96
14 PADRÃO DE MUDAS CLONAIS E CONTROLE DE QUALIDADE DAS OPERAÇÕES NO VIVEIRO 98
15 QUALIDADE DA ÁGUA 101
16 AVALIAÇÃO DO ESTADO NUTRICIONAL DE MINICEPAS E MUDAS 105
17 SUBSTRATO DE ENRAIZAMENTO 106
18 RIZOBACTÉRIAS E RIZOBACTERIZAÇÃO DO SUBSTRATO 110
19 NUTRIÇÃO DE MUDAS 114
20 TUBETES 117
21 LAVAGEM DE BANDEJAS E TUBETES 117
22 RECIPIENTES DEGRADÁVEIS 121
23 CLONAGEM DE ESPÉCIES DE EUCALIPTO DE DIFÍCIL ENRAIZAMENTO 126
23.1 Enraizamento de Eucalyptus globulus 127
23.2 Enraizamento de Eucalyptus cloeziana e Corymbia citriodora 132
24 PADRONIZAÇÃO DA NOMENCLATURA E IDENTIFICAÇÃO DE GERMOPLASMAS CLONAIS 132
25 PROTEÇÃO DE CULTIVARES 136
25.1 Procedimentos para a proteção 138
25.2 Certificado de proteção 139
25.3 Proteção de cultivares de eucalipto 140
25.4 Vantagens e desvantagens da proteção de cultivares 148
26 CLONAGEM DE OUTRAS ESPÉCIES ARBÓREAS EXÓTICAS E NATIVAS 149
26.1 Clonagem de Pinus spp. 149
26.1.1 Clonagem por miniestaquia de plantas juvenis de famílias de Pinus taeda 150
26.1.2 Clonagem de indivíduos superiores via embriogênese somática 153
26.1.3 Perspectivas da clonagem de Pinus spp. nos programas de melhoramento genético 156
26.2 Clonagem de acácia-negra 156
26.3 Clonagem de espécies nativas 157
27 GERENCIAMENTO DE VIVEIROS CLONAIS 159
28 IMPLICAÇÕES DA CLONAGEM NO CONTROLE DE DOENÇAS 161

PARTE II
DOENÇAS DO EUCALIPTO NO BRASIL

Capítulo 1
Conceitos Básicos Sobre Doença em Planta

1 INTRODUÇÃO 169
2 AGENTES BIÓTICOS OU INFECCIOSOS 171
3 AGENTES ABIÓTICOS OU NÃO INFECCIOSOS 171
4 ANORMALIDADES GENÉTICAS 171
5 ETIOLOGIA 172
5.1 Ciclo de doença causada por agentes bióticos 172
5.1.1 Disseminação 172
5.1.2 Pré-infecção 174
5.1.3 Infecção 175
5.1.4 Reprodução 176
5.1.5 Sobrevivência 176
6 SINTOMATOLOGIA 177
6.1 Sintomas 177
6.1.1 Quanto à localização 177
6.1.2 Quanto à estrutura e ao processo fisiológico afetado 178
6.2 Sinais 187
7 EPIDEMIOLOGIA 189
7.1 Relação entre ciclo de doença e epidemia 191
7.2 Curva de progresso da doença (CPD) 193
8 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTROLE DE DOENÇAS EM
ESSÊNCIAS FLORESTAIS 195
8.1 Exclusão 195
8.2 Erradicação 198
8.3 Proteção 201
8.4 Imunização 202
8.5 Regulação (manejo do ambiente) 203
8.6 Terapia 203
8.7 Escape ou evasão 204

Capítulo 2
Doenças Causadas por Agentes Bióticos ou Infecciosos
1 PERDAS CAUSADAS POR DOENÇAS NA EUCALIPTOCULTURA 207
2 DOENÇAS EM VIVEIRO 212
2.1 Tombamento de mudas 212
2.2 Podridão de Cylindrocladium 216
2.3 Mela de Rhizoctonia 227
2.4 Podridão de Botrytis (mofo – cinzento) 227
2.5 Anelamento da haste e mancha foliar de Quambalaria 231
2.6 Mancha de bactérias 234
2.7 Mancha foliar e canela-preta de Cylindrocladium 239
2.8 Oídio do eucalipto 241
2.9 Mancha de Hainesia 243
2.10 Mancha foliar e anelamento da haste, associados a Pestalotiopsis 243
2.11 Antracnose do eucalipto 247
2.12 Murcha bacteriana 250
3 DOENÇAS BIÓTICAS DO EUCALIPTO EM CAMPO 255
3.1 Ferrugem do eucalipto 255
3.2 Mancha de Cylindrocladium 262
3.3 Mancha de Rhizoctonia 268
3.4 Mancha de bactérias 271
3.5 Mancha de Kirramyces 276
3.6 Mancha de Pilidiella 279
3.7 Mancha de Aulographina 279
3.8 Mancha de Teratosphaeria e Mycosphaerella 283
3.9 Mancha de Cryptosporiopsis 288
3.10 Mancha de Harknessia 288
3.11 Mancha foliar e cancro de Quambalaria 292
3.12 Murcha bacteriana 295
3.13 Murcha de Ceratocystis 298
3.14 Cancro do eucalipto 301
3.15 Enfermidade rosada ou rubelose do eucalipto 305
3.16 Cancro e podridão-branca de Inocutis 307
3.17 Cancro de Coniothyrium 307
3.18 Cancro de Cytospora 313
3.19 Cancro de Botryosphaeria 315
3.20 Estromas negros de Hypoxylon 315
3.21 Degradação biológica e tratamento de madeira 319

Capítulo 3
Doenças Causadas por Agentes Abióticos ou
Não Infecciosos
1 DISTÚRBIOS RADICULARES 321
2 DÉFICIT HÍDRICO (SECA) 327
3 EXCESSO DE UMIDADE NO AR E NO SOLO 331
4 ESTIOLAMENTO 332
5 GOMOSE E PAU-PRETO DO EUCALIPTO 337
6 SECA DE PONTEIROS DO EUCALIPTO DO VALE DO RIO DOCE 339
7 AFOGAMENTO DE COLETO 340
8 ASSAMENTO DE COLETO 345
9 CANELA-PRETA 347
10 QUEIMA POR GEADA 349
11 INJÚRIA POR GRANIZO 352
12 QUEIMA POR FOGO 352
13 QUEBRA DE ÁRVORES POR VENTO 357
14 ANORMALIDADES GENÉTICAS 360
15 LIGNOTUBER 360
16 DESEQUILÍBRIO NUTRICIONAL 363
17 FITOTOXICIDADE 368
17.1 Fitotoxicidade por fertilizantes 368
17.2 Fitotoxicidade por ácido pirolenhoso 368
17.3 Fitotoxicidade por fungicidas, herbicidas e inseticidas 371


Capítulo 4
Quantificação de Doença
1 INCIDÊNCIA 375
2 SEVERIDADE 376
3 QUANTIFICAÇÃO DA SEVERIDADE DE ALGUMAS DOENÇAS DE EUCALIPTO 377

Capítulo 5
Outros Agentes Bióticos Não Patogênicos
1 CUPINS 389
2 ÁCAROS 391
3 COCHONILHAS 391
4 PULGÕES 391
5 PSILÍDEOS 395
6 MICROVESPAS 395
7 VESPA-DA-GALHA 399
8 PERCEVEJO BRONZEADO  401
9 LESMA 402
10 PÁSSAROS 402
11 ANIMAIS HERBÍVOROS 406

Capítulo 6
Manejo Integrado de Doenças na Eucaliptocultura
1 INTRODUÇÃO 407
2 PESQUISA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO EM PATOLOGIA
FLORESTAL 408
3 ESTRATÉGIAS DO MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS 409
4 MANEJO INTEGRADO E OS PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS DE CONTROLE 411
5 MEDIDAS DE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS FLORESTAIS 412
5.1 Medidas de manejo integrado em viveiro 412
5.2 Medidas de manejo integrado no campo 422
5.3 Medidas práticas para maximizar a eficiência na aplicação de fungicidas 426

Capítulo 7
Mudanças Climáticas Globais e seus Efeitos Potenciais sobre Doenças na Eucaliptocultura
1 INTRODUÇÃO 431
2 MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS 432
3 CENÁRIOS CLIMÁTICOS PREVISTOS E O USO DE MODELOS DE PREDIÇÃO 433
4 MUDANÇAS CLIMÁTICAS GLOBAIS E AS DOENÇAS NA
EUCALIPTOCULTURA 441

Capítulo 8
Monitoramento, Coleta de Amostras e Princípios da Diagnose de Doenças
1 INTRODUÇÃO 443
2 COLETA DE AMOSTRAS 446
2.1 O que coletar? 446
2.2 Quando coletar as amostras? 447
2.3 Tamanho da amostra 447
3 COLETA INDEVIDA DE AMOSTRAS 448
4 PREPARO E TRANSPORTE DAS AMOSTRAS 448
5 INFORMAÇÕES QUE DEVEM ACOMPANHAR AS AMOSTRAS 450
6 ROTINA LABORATORIAL NA DIAGNOSE DE DOENÇAS 453
6.1 Isolamento de fungos fitopatogênicos 455
6.2 Inoculação de fungos fitopatogênicos 455
6.3 Isolamento de bactérias fitopatogênicas 461
6.4 Inoculação de bactérias fitopatogênicas 461
REFERÊNCIAS 463
RELAÇÃO DE PLANTAS E RESPECTIVAS AUTORIDADES 479
RELAÇÃO DE FUNGOS E BACTÉRIAS E RESPECTIVAS AUTORIDADES 481
RELAÇÃO DE INSETOS E ARACNÍDEOS E RESPECTIVAS AUTORIDADES 483
ÍNDICE 485


Autor(es): Acelino Couto Alfenas, Adival A. Valverde Zauza, Reginaldo Gonçalves Mafia e Teotônio Francisco  de Assis

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